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Agente influenciador, eu?

“Nossa, isso falou muito comigo”. “Essa mensagem mudou minha vida”. Alguma vez você já foi surpreendido com esse tipo de comentário ou algo similar abaixo da sua postagem? Caso a resposta seja sim, parabéns! Você pode ter um poder de influência na vida de alguém, através da ferramenta chamada Rede Social. Mas, caso a resposta seja negativa, calma! Assim como na vida real, não dá para agradar a todos no mundo virtual.

O segredo de tudo está no propósito. Pare e pense! “Qual o motivo pelo qual iria publicar isso no meu perfil?” Interatividade e relacionamento seriam as respostas óbvias, não é mesmo? Mas, acredite, suas experiências nos mais diversos âmbitos podem ser respostas para a decisão na vida de muita gente. Nas redes sociais estamos habituados a ver fake News, postagens irônicas, memes engraçados ou sarcásticos, críticas ao governo em geral, enfim…

A humanidade passou a se expressar de forma mais imediata e “liberal” demais nos últimos tempos. A nossa networking se tornou mais prática e acessível. Houve expansão no ciclo de amizade. Talvez, ainda não perceba, mas você está sendo observado. E é justamente isso que pode fazer toda a diferença. Ser um “agente influenciador” na vida de alguém tem sido algo cada vez mais comum. E esse processo ocorre naturalmente. De likes em likes, através de um simples “amei” ou um compartilhamento.

Não. Não se trata de ser um “digital influencer”. A propósito, você sabe o que é um digital influencer? Basicamente é um produtor de conteúdo digital que representa um determinado nicho ou segmento, que possui um alto número de público engajado e usa diferentes canais para promover marca ou produto tendo como resultado, a influência na decisão na hora da compra do usuário ou, até mesmo, na mudança de conceito de tal produto ou marca.

Mas, o contexto que é descrito aqui, é de uma pessoa comum, que involuntariamente ou estrategicamente, percebe através das redes sociais a oportunidade de transmitir algo (sentimento, experiências, vivências) e, com isso, leva muitas pessoas a se identificarem com aquele post, consequentemente trazendo um estímulo ou influência na vida delas.

Como isso acontece?

Vamos destacar alguns exemplos bem fáceis de identificar em uma timeline. A experiência da primeira gravidez de uma mulher. Neste caso, muitas acabam externando um lado não tão “fofo” como se costuma ver por aí. Com isso, outras mamães acabam se identificando e gera-se, então, debates, desabafos, enfim.   

A experiência de alguém que venceu uma doença grave. A superação de pessoas que tiveram alguns traumas na vida. A luta contra uma depressão. Assunto este tão latente nos dias de hoje.  Nossa! São tantos os exemplos de vida real, compartilhados no mundo virtual capazes de gerar efeitos positivos, que podem levar alguém a um futuro brilhante…

Há quem diga que fazemos parte de uma geração, um tanto depressiva e, que pode encontrar através das redes sociais um alívio ou um refúgio. Ou achas mesmo que tudo que alguém posta de fato é? Encarar essa triste realidade é desafiador, porém pode ser gratificante. 

É possível contribuir para uma sociedade mais humanizada por meio da tecnologia. Muito mais além do que interatividade, essa ferramenta proporciona algo avassalador chamado influência. Busque ser estratégico nos seus canais de relacionamento. Afinal, você é o único responsável por aquilo que te motiva a fazer.


Jaqueline Macedo Malta Silva

Formada em Ciências da Comunicação com Ênfase em Jornalismo